sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

A noite não termina em Salvador

A noite não termina em Salvador. Enquanto os índios fumam maconha nos seus grandes cachimbos e observam suas índias dançando, os brancos observam planejando como pegar o ouro da terra deles. Mas as índias são tão gostosas. Podem tranzar um pouco com elas e depois roubar o ouro. Mas o poder das mulheres não é coisa de se brincar. São traiçoeiras. Quanto mais linda uma mulher mais forte é o seu poder de traição e dominação.E foi por aí que os brancos se ferraram. Enquanto a noite não terminava, com o sexo e o rum trazido pelos brancos à praia que os entretinha, os índios invadiram e queimaram as embarcações. Quando voltaram, afim de continuar o seu plano de escravisar os brancos, ficaram assustados. Estavam todos mortos. Suas lindas e gostosas índias os mataram a todos. Tudo bem, a vida continua...Cerca de oito meses depois começaram a nascer novas crianças. Brancas, mestiças. "Muito bem, esperaremos elas crescerem e aí as escravizaremos." Mas os índios também não contavam com o poder traiçoeiro das mulheres. Eram elas que faziam a comida. Em pouco tempo todos os índios homens morreram envenenados. As crianças cresceram e o óbvio aconteceu. Mas eram apenas crianças, jovens, inexperientes... As meninas traíram e mataram todos os meninos, e aí envelheceram e morreram sem se reproduzir. Assim acabou a raça indígena, e o caminho nas Américas ficou livre para os brancos, que têm mulheres tão traiçoeiras como os índios. Vocês nem imaginam...

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